Considerações aos leitores.

Uma janela de minha vida está aqui, nada mais é que uma simples forma de expressão. Poesias e momentos atuais serão postados. As portas estão abertas para todos vocês.


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Rafael Echeverria.


quarta-feira, 7 de abril de 2010

O QUE RESISTE.

Um duelo de invenção.
O cemitério e uma canção.
Impetuoso o solo como a dor do perdão.
Abaixo a magia, no meio da claridade uma escuridão.

Sorria menina! Eu deixo minhas magoas lá no sertão.
Que bom! Ver-te novamente, mas não está muito intenso não.
Ah! Coisinha linda deixa-me beijar-te a mão.
Sussurra devagarzinho, mas não me engole não.

Desculpa! Hahaha... Senti um tremendo medo entre minhas mãos.
Maravilha agora deixa de um dia falar sermão.
Obrigado Deus, não foi fácil não.
Mastigo aquele pedaço de solidão, que me impedia de ser homemzão.

Jogo-me nos teus seios, me desculpa então.
Pensei como foi difícil largar o instinto de bebezão.
Entregam-se mais um pouquinho, ou arrependimento vira senão.
Que coisa difícil irmão.

È a vida que escolhi para mim paixão.
È difícil, mas que caminho tem solução?
Entendi, viverei para sempre grandes irmãos.
Estupendamente, dentro de seus corações.

Os amarei sempre...
Uma decisão difícil pra quem sente.
Entre milhões e milhões, somos descendentes.
Os amarei sempre... Sempre...

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