Considerações aos leitores.

Uma janela de minha vida está aqui, nada mais é que uma simples forma de expressão. Poesias e momentos atuais serão postados. As portas estão abertas para todos vocês.


Muito grato pela visita.



Rafael Echeverria.


terça-feira, 11 de junho de 2013

ARRANCA-ME.

Contenta-me com um segundo.
Do qual alimento-me pela eternidade.
Pelo qual sentimento é de verdade.
Para que continuemos com sobriedade. 

Acorda-me devagarinho. 
Para que juntos, tenhamos nossa divindade. 
Abre-te para esta terna liberdade. 
Sinaliza-me com tua vontade. 

Arranca-me com paixão.
Tórrida e sem exclamação. 
Entorna-me com desejo, impiedosa deusa de canção.
Aclama-e-i-te irei... Impiedosa deusa de meu coração.


segunda-feira, 9 de maio de 2011

CRESCIMENTO.


Gosto de vislumbrar muitas coisas.
Aproveitar e gozar muito a vida.
Sem motivo.
Apenas para o crescimento.

Agora sim, é viver o que há para viver!
Vamos indeferir... Interagir...
Vamos permitir... Seguir...
Não vou mais precisar pedir.

Eu sou o momento...
Feliz, triste, fugaz, eficaz...
Monumento de dor, alegria...
Vou impor no coração um pouco de paz.

No meu mundo não haverá certezas.
Não haverá pessoas maltratando umas as outras.
Não haverá nada, não haverá nada...
Nem mentiras, nem verdades.
Vou apenas tratar de ser, viver, crescer...

POBRE VIDA.


Andei analisando ela.
Vejo nos seus olhos um pedido de socorro muito claro.
Tratam-na como se fosse um ralo.
Onde correm todas as impurezas, incertezas...

Eu imagino o quanto se decepciona.
Ela é digna, única, importante, iluminada!
Como podem fazer isso com ela?
É bom cuidar bem dela, ou irás perder-la.

Eu sei, é verdade... Tem suas fraquezas.
Mas nem por isso, é bom fazer-la de despreza.
Hoje a vejo chorando, gritando...
È uma dureza!

Varias vezes senti vontade de perder-la.
Por não agüentar ver sua tristeza.
Mas quanta pobreza! Quanta pobreza...
Eis a vida, tratada a sua maneira.

SITUAÇÃO.


Eu vou continuar dividido.
Andando em voltas, varias voltas.
Vou mudar o rumo das coisas.
Eu terei o controle sobre minhas asas.

Essa situação anda descontrolada.
Ei... Ei!
Sinta-se boba, você finge que é amada.
Mas no fundo sabe que não tens nada!

Olhe para seus olhos...
Você anda desesperada!
Fica dando voltas e voltas no seu quarto.
Mas não tem como controlar essa situação.

Eu tenho meu próprio Deus.
Tenho minha própria dedicação.
Minha própria razão.
E uma própria situação.

VOLTA.


Não sei nada sobre amor.
Não sei mais sentir um beijo, e seu sabor.
Nada sei sobre os sonhos.
Mais nada...

Trata-me com cuidado.
Quero apenas ser simples como você.
Trate-me com cuidado.
Atravesse minha ponte como se fosse o único lugar a seguir.

Nunca pensei que o mundo fosse me dar uma chance.
E eu nunca, nunca confiei em alguém.
As pessoas sempre me deixavam.
Como se não fosse ninguém.

Por favor, senhor amor, volte para casa.
Para sua vida.
Não quero mudar seus planos.
Apenas não quero perder-lo de novo.

Sinta o beijo vindo dos meus lábios.
Tocando-o sem desistir.
Por favor, senhor amor.
Volte para casa, sem persistir...

O PERIGO.


Tão simples como uma rosa.
Eu não deixarei cair no chão.
Vem ao meu encontro.
Que te beijarei a mão.

Segue teu caminho, sem esquecer nossa canção.
Nossa vida um pergaminho, ou um jogo de gamão?
Darei a esperança, para meu coração.
Arrepender-me-ei, por dizer-te então.

Sinto muito com carinho e com afeto, por esta situação.
Não é fácil não.
Chega à saída, me aperta a razão.
Quero agarrar-te, não te deixar ir em vão.

De repente, senti está paixão.
Movida de pecado e tentação.
Sinônimo de dois jovens.
Que não ouvem, nem pensarão.
Muito perigoso, este caminho machuca uma mente e o coração.

CAMINHO DO CORAÇÃO.


Onde as pedras nos caminhos tornam-se pecados?
Onde o céu termina e se encontra derrotado.
Onde parariam os ventos que fazem a contramão?
Na sarjeta, junto com a escuridão.

Porque fazemos da vida uma complicação?
Não a motivos, nem razão.
Somos dignos de limitação?
Por meio de labirintos, estamos perdidos então.

Um dia encontrarei um sermão, para minha mente, por que se não...
Estarei sozinho diante a multidão.
Percorrerei caminhos até alcançar o chão.
Onde estão, ma manterei sem exceção.

Existem escalas de um paredão.
Uma batalha banhada a sangue e armação.
Impiedosa com carinho, e sem perdão.
Eis a estrada que leva direto ao meu coração.